Mesmo que
você nunca tenha tido exemplos em casa de altruísmo não custa nada começar a
praticar. Ajudar ao próximo sem almejar alguma coisa em troca, conseguir abnegar-se
(sem danos psicológicos, é claro) para o bem estar do outro, desapegar-se às
coisas materiais, faz um bem danado, palavras escritas com propriedade de quem
o faz por essência, sem querer ser ou estar. Esta sou eu!
Não
procuro promoção com as minhas atitudes, nem ao menos ser reconhecida de alguma
forma por isso, apenas sinto vontade de ajudar, de ser solícita. É um ato tão
natural que chego a ser contraditória quando menciono no primeiro parágrafo: “faz
um bem danado”. Pois, ENTENDAM, eu não sinto nada. É algo involuntário,
instintivo. Quando eu vejo, foi. Já fiz.
Já dizia Buda:
“A generosidade traz abundância, purifica o coração e a mente e proporciona a
maior felicidade”. É isso mesmo. Às vezes me angustio com alguns problemas:
sentimentais, financeiros, familiares... mas logo tudo começa fluir muito bem,
a solução para os problemas surgem sapateando bem aqui na minha frente e eu não
tenho nenhuma dúvida que é o bem voltando.
Então, o
altruísmo é um “investimento” que vale a pena. Faça-o, mas faça-o com muito
amor. Caso contrário será interesse.

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