quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Deveras importante

 O que realmente importa em sua vida? Quem realmente importa? 

Quando adentramos nessa questão, descobrimos que nem sempre vivemos a partir daquilo que realmente tem importância pra nós!
Somos estimulados, diariamente, a ingerir verdades que não são nossas, regras impostas por quem não sabe nada sobre nosso coração, leis inventadas sem levar em conta delicadezas como um coração, uma alma, um sentimento. Apenas determinações na tentativa de nos manipular, de nos julgar, de nos rotular que nada dizem sobre nossas dores nem tampouco sobre nossos amores.
E assim vamos nos esquecendo do que realmente importa. Daí para frente nossos valores, o que é bom ou ruim ganham cunho (só) social, e para a demagogia a distância é quase nenhuma. E a gente aceita quase com culpa! Nem notamos mais a tênue diferença entre o falso e o verdadeiro, o divino e o insano, o lindo e o patético...o raso e o profundo. (toda a diferença é citada na forma figurada).

Essa semana foi uma semana bem difícil para mim, mas que me fez ratificar muitos valores. Senti medo de morrer. Eu achei que ia morrer. Eu não morri. Ainda! Pensei num instante: Como eu posso sorrir nesse momento? Sorria porque nem isso me faz parar de pensar o quanto é bom viver, nem que seja para morrer. "Como é linda a loucura que a alegria de viver nos provoca."

Na minha opinião, religião, raça, cor, orientação sexual, aparencia física...não revelam a grandeza do seu espírito. É a sua conduta aliada ao seu caráter que o faz digno de um amor merecido. 
E o que eu quero para mim é bem menos rótulos, muito menos preconceito e mais, cada vez mais, que eu seja regida pelo que tem importância! E no fundo, no fundo, eu sempre sei o que realmente importa, especialmente quando eu decido abandonar o julgamento para agir com o coração!

E é isso que é DEVERAS IMPORTANTE!  


 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Prazer, tia da Julia


Meu nome é Lina. Minha mãe me chamam de Lina mesmo, minhas tias de Flor, meus amigos de Linoca, e por aí vai. Gosto demais do meu nome, mas a verdade é que, de uns tempos pra cá, estou ficando mega ansiosa para ser chamada de “tia”.
A forma como soube que minha irmã estava grávida foi bem ao estilo da família Lobo, minha mãe me acordou num sábado de manhã e disse, como quem diz o que quer almoçar, "a Amanda tá grávida, vou viajar e tu faz o favor de conversar com ela e contar a notícia pro teu irmão, tchau!". Simples assim. 
A emoção foi tão grande que eu sequer consegui esconder as lágrimas. É claro que eu não sabia muito bem o que esperar, mas a ideia de ter um bebê assim tão perto, fruto de alguém que eu amo tanto, foi, no mínimo, fascinante.
Várias vezes fiquei pensando em como seriam os olhos, como seria o cabelo, o rostinho, todas essas coisas, como se minha ela fosse, mas estivesse na barriga da minha irmã. E então ela chegou. Impossível não achá-la linda, a coisa mais linda do mundo! 
Penso que poucas mulheres tem o privilégio de experimentar o que eu chamo de “amor de tia”. Aquele que você sente antes de ser mãe, quando se depara com uma cópia de alguém que você ama muito, reproduzida em tamanho mini e que exige carinho, cuidado e a concretização da magia apenas por existir. Não tem como você ficar imune ao amor de tia... Ele é arrebatador! 
Entre outras coisas, sobre tudo, nos tornamos pessoas com problemas neurológicos, falamos numa língua que nem vc, nem a criança e nem ninguém seria capaz de entender. Fora que em vez do seu cérebro memorizar coisas realmente úteis para a sua vida profissional, você aprende todas as música dos três DVD's da galinha pintadinha e faz caretas ridículas só para ele/ela parar de chorar, tira 300 fotos/vídeos e sai mostrando para todos os amigos como se fosse a coisa mais sensacional do mundo, ou apenas fica olhando ela dormir com cara de lesa, esperando ela acordar mal-humorada pra você achar graça. 
Por fim, considerando as pequenas obrigações que tenho como tia (ainda mais se comparada às obrigações dos pais), farei o possível para que ela goste e respeite os animais, tenha um gosto musical apurado e faça sempre algum esporte. E, é claro, nunca se esqueça do quanto a “tia” a ama... E que eu sempre estarei por perto, dela e de sua mãe...

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Abstrair para simplificar


No passado ou no futuro não sentimos ou amamos, somente sofremos. Abstrair é o caminho para uma vida simplificada regada à coisas que te causam friozinho na barriga. É isso que a vida quer nos dar e nós fazemos questão de ser autista nesse momento. Nutrindo sentimento ruim, pensando em coisas já resolvidas, não perdoando com o coração. Sobrepondo a ansiedade aos sentimentos mais lindos que temos.
Simplificar é tão complicado, construindo um paradóxo louco entre o querer e o querer, de difícil entendimento (confesso), pois é um paradóxo particular, de necessidades e prioridades. Que louco não? Verbalizar ideias e sentimentos nunca foi muito a minha praia, certa de que isso potencializa a minha ansiedade para que as coisas aconteçam, mas como fazer-se entender, sem falar, sem expor? Que louco não? ( e de novo e de novo)
Como calar a boca de um sentimento que quer gritar? Pois bem, se ele não for genuíno, abstraia e virá a simplicidade. Simplificar é isso: aumentar a consciência de quem verdadeiramente somos para então fortalecer o movimento na direção da paz interna. E não há nada melhor do que viver em paz. Vc se torna grande, lindo pra quem ver. Aumenta suas chances de "sucesso".
Dentro desse contexto meio maluco, meio íntimo... eu tenho a pretensão de me desenhar, para uma visualização posterior se fazer eficaz. Ainda está confuso. Tá bagunçado.
Vamos abstrair para simplificar.  
 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Indefinição

"Então foi... só que ela voltou. Desistiu, ali na metade do caminho mesmo. Mas é que precisava de mais... e ele não ia, não ia, não ia, não ia. Ele não ia.
E foi tanta indefinição... que se cansou."

Perfeito isso, não?! 

 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

FIM


Às vezes a gente vai contra o "destino". E ignora os sinais. Tudo aponta numa direção e você, simplesmente, ignora e vai na contramão. É como se você ainda precisavasse ver se era lá mesmo. Mas o risco de voltar atras e NÃO encontrar as coisas no lugar, é iminente. Arrependimento? Não cabe mais. Lamento? também não. O que deve ser feito é tomar como lição e da próxima vez que houver um sinal, siga-o, vá fundo, sem medo... porque é lá que você encontrará a sua felicidade. Não existe fazer reservas, existe viver na hora que Deus está te permitindo. E ponto!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Devaneios dos 30

Eu nunca gostei de pseudo... pseudointelectual, pseudomulher, pseudogente, pseudovida, pseudoescolha, pseudoqualquer coisa... Ou é, ou não é. Me dê a frieza, me dê o quente, mas vá para o inferno com o morno. As pessoas ou são, ou não são. O resto é sobrevivência... e enfado.
Digo isso, dentro de uma perspectiva 30tista (trintista) (isso existe, produção?)... numa urgencia de ser feliz, que às vezes nem mesmo eu consigo saber como é. Não é desespero de causa, é simples: é só vontade de respirar o verdadeiro aroma de uma vida plena. 
Porém, estabelecer relações, qualquer que seja, exige tempo, paciência, respeito e amor (ou mais que isso, ou menos). Estabelecer relações exige consentimento e entrega. Liberdade. 
Vejo gente priorizando coisas, no lugar disso deveriam prioriazar pessoas. Deveriam viver mais e trabalhar menos. Olhar ao redor e sentir-se a vontade para despir-se de toda essa capa que os protege do amor. O que que isso?
Não sei em que ponto aconteceu, mas aconteceu. Minhas prioridades mudaram e eu quero o simples. "Eu só quero que o dia termine bem" ♫
Quero também, mais verdade, mais gente nua, mais travessuras, maximixar tudo. Potencializar um simples ventinho na pestana. Eu QUERO GENTE DE VERDADE PARA CAMINHAR AO MEU LADO, SEM MEDO, SEM TRAUMAS, LEVE, LIVRE, DELICADO E COM AMOR. 

SEM MAIS.  

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O mundo está com medo de quem gosta do igual?

 
E a palavra de ordem hoje é: INTOLERÂNCIA. Isso é um absurdo! Me sinto mal com tantos comentários, aparentemente, inofensivos e engraçados. Porém, são de um teor, preocupantemente, homofóbio e que refletem a ignorância do povo que habita esse tal mundo globalizado. Na web... Tantas ofensas são feitas por tão pouco. Tanta violência...

É tão recorrente, que o aumento do número de casos de bullying (palavra já tão comum aos nossos ouvidos) contra crianças, contra gays, contra mulheres. Contra a ingenuidade, já nem me assusta como antes.

Acredito que o bem sempre é maior, mais forte. Peço uma reflexão, um momento pra fazer um questionamento: tudo isso está certo?

“Vamos pedir piedade, Senhor, piedade... pras pessoas de alma bem pequena...pra quem não sabe amar... “ 
(Cazuza)

Vamos emanar luz e amor. Sim, um papo bem anos 60. Quem sabe ainda dá tempo ?





terça-feira, 2 de outubro de 2012

O que quer que seja



Não precisa ser para sempre. Também não tem que ser perfeito. Se não houver carinho de manhã e beijo de boa noite, não faz mal. Se a paciência faltar… paciência! Interessa apenas é que cada um encontre o seu próprio jeito de amar dentro da relação, porque o importante é o sentido que lhe atribuímos. 
O importante é que seja!
Durante algumas horas dos meus dias, tenho pensado em como mudei, em como estou valorizando cada detalhe de tudo. Perdi o medo de falar sobre o que eu sinto, não tenho mais medo de quebrar a cara (ja quebrei tantas vezes, acostumei). Sinto urgências das coisas, apenas pela simples maneira que Deus conduz as nossas vidas, você sabe o dia em que ele te deu a vida, mas não pode sonhar o dia que ele a tirará de você. Isso soa como inconsequência, mas é apenas o meu jeito feliz de passar por essa vida e aproveitar tudo que ela me oferece (às vezes sem eu merecer).
A canção diz: procuro um amor, que seja bom pra mim ♫ Então... sobre isso, posso dizer: não estou procurando um amor, ele virá e será muito bom pra mim. Eu sinto! Eu estou feliz! Eu me sinto leve e em paz!




segunda-feira, 1 de outubro de 2012

COISAS QUE EU SÓ FALO PARA MIM

 Há um medo grande de fracassar, decepcionar, fazer chorar e desistir. Eu queria tanto ser perfeita, mas não para mim, para as pessoas próximas. Ah, como eu queria ser perfeita!