quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Há algo de podre no reino da Dinamarca




Não sei se sou eu, se são as pessoas, se é a cidade ou se é a educação, mas tem algo muito errado nessa história.
Os valores se inverteram, ninguém se respeita, ninguém respeita a si mesmo. Banalizaram de vez o sexo sem compromisso, sem proteção e sem amor.
Tenho presenciado cenas tristes, de jovens (jovens mesmo) que se prostituem de uma forma tão burra (de grátis), se perdem na ilusão de que ficar com todo mundo é ser garanhão ou sei lá qual outra expressão estão usando hoje. São vítimas dessa banalização do sexo “vendida” em horário nobre em grandes emissoras de televisão.
Um dos fatores que fazem eu não querer por uma criaturinha no mundo é esse, “O Mundo” em que transformamos o mundo. Não quero me sentir frustrada e incapaz de educar uma criança! Falo isso com a certeza de que não depende só de mim, todos nós somos elementos do meio e eu não me sinto no direito de engessar ninguém e restringir o espaço de convívio. Seria uma mãe medrosamente liberal, mas seria. Deus nos deu a vida e ela é só nossa, cabe a nós decidirmos o que fazer com ela.
Agora cheguei num ponto de contradição do texto. Mas o que eu quero dizer é, que seria lindo combinar liberdade com responsabilidade e respeito.

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